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quarta-feira, 30 de julho de 2014

UMA DIRETA AOS HOMENS: O QUE TODA MULHER QUER OU JÁ QUIS


Mesmo sem tempo, que ainda tenha uma mensagem sua na minha caixa de entrada, ao menos pra dizer que está com saudade e quem sabe, no fim de semana a gente se ver.
Que ainda tarde da noite, se pensar em mim, me deixe saber.
Se eu chorar sem limites e não souber explicar o porquê, que seu colo esteja disponível para eu me aconchegar e soluçar até que eu esteja  pronta pra acalmar seus pensamentos diante de uma crise minha.
Que  mesmo desistindo de “entender” uma TPM, pelo menos finja que entende e traga chocolates, porque eu vou precisar e você também...
Quando eu estiver à flor da pele, que não seja você a sofrer com meu sentimentalismo e mau humor, mas que eu seja acalentada por suas palavras de conforto e certeza  de que estará aqui ao meu lado mais uma vez.
Faça alguma surpresa pra mim  sem datas comemorativas para justificar e diga no meu ouvido aquelas coisas que toda mulher quer ouvir no mais sexy som da sua voz.
Esteja comigo numa chuva serena ou no meio da tempestade e me beije, eu vou adorar cada atitude romântica mesmo que ela custe um resfriado .
Simplesmente me deixe saber que só sou eu e mais ninguém, o seu maior bem querer.


- Marina G. de Andrade

segunda-feira, 31 de março de 2014

E ainda confundem desejo com amor...



Pouco a pouco minha pele arrepia com a sua, acendem meus instintos, destranca do meu íntimo a selvagem que ainda existe em mim e nesse instante, meu corpo é inteiramente um baile de êxtase e o sussurro do seu nome sai pelos meus lábios entreabertos enquanto eu respiro em você.  Sabe o amor? É sempre uma loucura sem cura.

- Marina G. de Andrade

domingo, 2 de março de 2014

   
Eu explodi de amor em seus braços,   aproveitei cada centímetro do seu corpo, suspirei com seus beijos,  chorei com suas declarações,  me derreti em cada carinho e detalhes de seu toque em meus cabelos. Eu acordei e duvidei ser real até sentir constantemente o cheiro do seu perfume

Marina G . De Andrade

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Seu encanto me encantou

Você não vê?
Tudo coloriu da noite pro dia.
Eu até poderia me afastar, mas você me ganhou e como negar isso a mim mesma? Foi uma conquista, você escolheu a porta certa e a melhor maneira de entrar. Eu nunca quis admitir, mas os dias ficam menos turbulentos com você e as tardes de sorvete além de refrescar o calor do verão, aliviam a tensão que surge em mim quando eu te encaro. Sempre fui de olhar nos olhos, mas como mirar os seus e me impedir de mergulhar nessa imensidão? Eu quero me perder neles, me perder em você, em cada curva que surge desde o seu sorriso.
Você me conhece como eu nunca imaginei ser possível e me aflige o fato de que você sabe lidar comigo melhor do que eu mesma.  Será que é errado eu te desejar pra mim como se você não pudesse ser de mais ninguém? Porque é bem difícil lidar com o fato de seu charme ser atraente o bastante para arrastar milhares de mulheres num segundo pra perto de você enquanto eu tento ao máximo fazer com que elas não roubem sua atenção de mim.
Você é o melhor remédio para a preguiça, o melhor piadista e quem consegue fazer as coisas mais inusitadas para me agradar. Não vejo esforço nenhum, porque qualquer arte sua tem o dom de me encantar, mesmo as mais tolas. E eu não sabia até sentir o quanto seu corpo faz vibrar o meu...
Eu respondo finalmente...Eu já te permiti entrar, entre na minha vida e fica, faça sua morada, porque eu já arrumei o coração pra te receber.


- Marina G. de Andrade

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Seus dedos em meu rosto limpando minhas lágrimas, seu Beijo em minha testa e um punhado de palavras que adocicam meus pensamentos cheios e sombrios. 
Eu tenho sorte, neste tormento, você não me recrimina, me alimenta de amor e não há outro lugar no mundo que eu me sinta tão protegida.  É você,  é com você,  e eu perco o medo de tudo.

Marina G. De Andrade

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sinto Você

- Você disse que ia ficar só mais um pouco, não vá agora... 
- Já está tarde, são 2 horas a mais de relógio.
- E quem disse que é com esse tempo que eu marco as horas que estou contigo?
- Certo, com qual é então? – desafiou
Ele levou a mão dela ao lado esquerdo do peito e deixou que ela sentisse o pulsar.
- São com as batidas dele, uma hora do seu relógio é pouco demais para o que ele  precisa. Seu cheiro, sua pele, seu olhar, seu jeito, são combustíveis para mantê-lo assim, cada dia mais vivo como jamais esteve antes.



Marina G. de Andrade

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

insuportável adorável jeito seu.

Odeio esse jeito de fingir mandar em mim, esse modo de achar que domina todo meu eu, esse mesmo, exatamente assim,  torcendo o nariz pra qualquer coisa que digo no intuito de me irritar.  Depois ri,  diz ser tudo brincadeira e vem pra perto me mimar.  Odeio quando tenta me arrancar riso a força, como se eu tivesse que abrir mão da minha raiva naquele momento só pra compartilhar a sua graça de me deixar emburrada pela milésima vez.  Odeio mesmo é gostar desse seu jeito, de quem provoca pra me perder e que luta no mesmo minuto pra me reconquistar.

Marina G. De Andrade

Tão Real. PARTE I

As labaredas ganhavam o céu, um misto de amarelo e vermelho se destacava no azul marinho, eu via das grandes janelas do campus o fogo se alastrando. Corria atônita pelos corredores me batendo em diversos corpos que como o meu, tentavam encontrar uma rota de fuga. Meus gritos ecoavam a cada passo que eu dava e bem devagar senti minhas pernas fraquejarem, foi quando exausta encostei-me numa parede para não ser pisoteada pelo fluxo enlouquecido de alunos. Meu choro rasgou a garganta e as lágrimas escorreram pelo meu rosto quente. Eu tinha medo. Muito medo. 
Eu não encontrava forças para sair dalí, estava esgotada da luta minutos atrás, bem antes de tudo isso aqui começar a pegar fogo. Rajadas de sangue e hematomas vermelho-arroxeado nas minhas mãos denunciavam o ataque. Uma nuvem de fumaça embaçou meus olhos e pouco a pouco ela foi se dissipando e revelando aquele rosto que eu repugnava. Era ele de novo, ali, se aproximando de mim mais uma vez. Com certeza agora era meu fim...
E então mãos grossas agarram meu ombro e uma voz me pediu calma.
Eu estava em minha cama, no meu quarto com Jack me analisando. Suas mãos foram parar na minha testa. Eu suava e ardia em febre:
- Calma, foi só mais um pesadelo. Vai ficar tudo bem ta? Vou pegar água pra você.
Ele se levantou e sumiu. 
Olhei em volta, tudo estava no lugar. Levantei da cama e abri a cortina, da janela eu via a iluminação noturna e nada de incêndio. 
Mas as manchas vermelho-arroxeadas estavam ali. Teria sido mesmo só um sonho?

  

Marina G. de Andrade

Corrente elétrica

É diferente de tudo que eu já vi.  Me tocou tão profundo que depois de dar meu coração eu lhe entreguei meu mundo,  assim,  como se fosse durar pra sempre. Mas não... Foi  só o toque de sua mão resvalando na minha e aquela  corrente elétrica passando de novo por mim, ou por nós.  Ele sentia o mesmo?  Talvez não,  porque saiu do refeitório logo em seguida,    deixando-me plantada ali  só aspirando o cheiro amadeirado e intenso do seu perfume.   Definitivamente eu tinha de parar de criar uma história pra nós dois, eu era só mais uma entre tantas pra ele, e ele o único de todos pra mim.

Marina G. De Andrade
                                                         

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Desejo magnético

Com teu corpo desenho o meu, nas tuas curvas me deleito de amor, contemplando cada simples gesto que traduz tua vontade. Vou passeando pelos detalhes do teu rosto, me perdendo nos teus traços e me encontrando de volta no calor dos teus beijos. 
É hipnótico o teu olhar tão vidrado ao meu,  tão entregue ao nosso prazer,  ao teu querer, ao nosso mundo.
Um campo magnético,  uma energia única, que do plural que somos,  nos vejo apenas singular.

          Marina G. De Andrade

domingo, 27 de outubro de 2013

Cúmplices

Ah, é uma delícia poder cantar e ouvir o eco da sua voz completando minhas canções.
É lindo correr ao seu lado na mesma direção e poder segurar a sua mão quando um obstáculo se aproximar.
Vou ficando segura quando vejo que você não vai soltar, que não vai rir se eu cair e fica tudo completo quando você promete que se algo acontecer, vai me levantar.
Caminhar desse jeito é fácil, é tão leve que eu nem sinto meus pés no chão, deve ser por isso que eu tenho a sensação de  que amar é como flutuar...


Marina G. de Andrade



terça-feira, 1 de outubro de 2013

John e Sam -


    Prólogo do livro " Nas asas da felicidade" em construção.

  
Olhei para o céu quando John apontou para mim uma estrela. Era a única que dividia a escuridão com a lua cheia, ele me envolveu em seus braços e sussurrou em meu ouvido, “Eu estarei sempre com você”. John se foi uma semana antes do ano novo, eu gostaria que a nossa despedida tivesse sido realmente assim, mas não foi.
   Escutei de longe uma voz gritar meu nome, pensei seriamente em não olhar para trás, mas a voz continuava me chamando. Uma mão pesada pousou em meu ombro e me obrigou a virar:
   - Sam, por favor, você precisa me ouvir...
   Eu queria, queria ouvir ele dizer que estava tudo bem, que passaria o ano novo comigo na casa de praia que alugamos, que beberíamos champagne a noite toda e veríamos o sol aparecer para saldar o começo do novo ano, o ano que pretendíamos casar, ter filhos e construir juntos os nossos sonhos.
   - Eu ficarei de folga nas próximas semanas, será que você não pode esperar? Faremos tudo que combinamos! – Ele continuou dizendo, segurando minhas mãos.
   - John, o reveillon não vai esperar, e eu já cansei de deixar tudo para depois!
   Eu não sabia o que estava dizendo, só sei que após terminar minha fala que mais parecia de um roteiro de cinema em que a mocinha abandona o mocinho, meu filme romântico se transformou em terror. Enquanto eu saia do Hotel Paladino, ouvi o som da voz dele gritar meu nome pela ultima vez.
   John levou consigo os meus sonhos, meu amor e minha felicidade.
   Eu voltei pra perto dele, quando seu coração pulsava fraco, quase sem vida. O sangue escorria pelo buraco pequeno que a bala perfurara. Ele só olhava pra meu rosto, com os seus olhos acobreados dizendo-me Adeus.

 Marina G.de Andrade

Janne e Dim




Sentada numa pedra sob o sol quente,  ela o estudou trocando o pneu do carro. Gotas de suor escorriam pelo peito nu, braços musculosos moviam o pneu furado para o bagageiro e voltavam com um novo. Talvez Janne  nem quisesse que a troca fosse feita rapidamente, pois enquanto o tempo corria , ela podia admirar mais ainda cada centímetro do corpo de Dim. Quando estava faltando dois parafusos, o céu escureceu como num piscar de olhos, nuvens negras dançavam na imensidão carregando uma tempestade que se formou em poucos minutos, desabando em fortes pingos sobre os únicos aventureiros daquela estrada sinuosa.
- Droga Janne, temos que acabar logo com isso! – Ele praguejava enquanto via seus pés afundarem na lama que se formava.
- Eu não sei trocar Pneus, Dim. O que eu posso fazer? – Disse desolada.
Dim terminou de parafusar e voltou-se para Janne já completamente ensopada. Foi até ela e pegou-a no colo num lance tão rápido que nem a própria se deu conta de quando já estava nos braços do amado.
Estar nos braços de Dim sempre trazia um  conforto inimaginável para Janne, que logo grudou  no pescoço dele e  afundou as mãos em seus cabelos, beijou  calorosamente  nos lábios quase deixando-o sem fôlego.
-Dizem que os melhores beijos são sob a chuva.
- Todos os beijos são “os melhores” com você Janne, não importa hora ou lugar.
A chuva engrossou mais e os dois apressaram-se para entrar no carro, Dim ligou o motor de seu Pálio e tentou dar partida.
- Janne, estamos atolados. – Disse meio zombeteiro, lançando um sorriso misterioso para ela .
- Eu não estou com pressa, afinal, pra onde estamos indo mesmo?
-  Se não podemos ir pela terra, ao menos eu posso te levar às estrelas...
E incendiaram-se em  outro beijo...

Marina G. de Andrade

sábado, 17 de agosto de 2013

Na Linha




 - Alô?
- Oi...
- Hum... Er... Eu queria te dizer que muitas coisas ficarão aqui comigo... Mesmo que você não fique, mesmo que não possa, mesmo que eu não possa... Hum... E se eu não puder, ainda que não entenda, você sabe o que ficou. Mas muitas coisas minhas ficaram com você também e eu sinto falta delas em mim, mas as deixa aí, por favor... Porque  pedaços meus sempre vão mas voltam...

Marina G. de Andrade

terça-feira, 11 de junho de 2013

Meu eterno despertar

Acordou de um pesadelo angustiante e não conseguiu mais dormir. Olhou para o outro lado da cama e se tranquilizou ao vê-la  num sono profundo e sossegado. Ficou ali só observando-a por longos minutos.  Aos poucos o corpinho se mexia e tateava o lado oposto da cama, até que os olhos miúdos foram se abrindo e pairaram nos dele. Apontou para o travesseiro ao lado do dela e com um risinho no canto dos lábios, disse:
- Volta pra cá? –e a voz baixinha completou  – Porque acordou tão cedo? Nem tem sol ainda...
Ele sem desviar um segundo dela, respondeu:
- O meu sol nasce todos os dias nesse seu sorriso.


Marina G.de Andrade



quarta-feira, 29 de maio de 2013

De volta, pra sempre.















- Então você veio só de passagem? Esqueceu alguma coisa?
- Vim pra dizer que você precisa por dois pratos na mesa.
- ótimo, só veio pra jantar...
- E pra dizer que sua cama é pequena e essa casa é grande demais.
- Como assim?
- Estou dizendo que sua cama é pequena demais pra nós dois e que essa casa é muito vazia sem as crianças e silenciosa sem rex aqui.
- Rex?Crianças?
-  Vim pra ficar, pra morar na sua vida!
- Cadê sua bagagem?
- Tudo que eu preciso está na minha frente, me impedindo de entrar na nossa casa pra sermos felizes.

Marina G.de Andrade


domingo, 21 de agosto de 2011

Proteger.

ELA : Ei, o que você faz aí ? Não deveria estar aqui em cima comigo?
ELE : Ué, só estou me certificando de que vai ficar tudo bem.
ELA : Mas daí de baixo ?
ELE : Aham, eu estarei sempre aqui para te segurar.
ELA : Então você está esperando minha queda...
ELE : Não. Apenas estou garantindo que você esteja em meus braços quando mais precisar de mim.


Por: Marina G. De Andrade
 
 

sábado, 6 de agosto de 2011

Com as minhas Asas.

Eu preciso das asas de um anjo, para que com elas eu possa ganhar os céus e me sentar numa nuvem de algodão, onde meus pensamentos ficariam tão doces  e brandos como num dos sonhos que eu sonho  acordada.
Com as asas de um anjo, eu distribuiria meus sorrisos, hoje escondidos porque as pessoas esqueceram-se de como fazer o outro rir. Com elas eu seria mesmo um anjo, e me isentaria das culpas, da perversidade, das dores, das loucuras e da desumanidade do ser humano.
Eu seria um anjo se eu pudesse ter asas e voaria para perto da minha saudade, matar cada segundo que ela me mataria.
E numa das minhas viagens, carregaria do poço de paciência um pouquinho da sua essência, e nos meus braços eu a levaria para onde quer que eu fosse.
Eu queria ter asas para mostrar pra quem quisesse vir comigo, como é o meu sonho lindo, como meu sonho é lindo….

Por: Marina G.De Andrade

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SER FLUMINENSE



                                                             Por: Marina G.de Andrade



É gritar com o coração acelerado quando aquela bola aos 43 do segundo tempo impossivelmente vai pra fora e você ainda acredita na reação de virada do seu time.
É cruzar os dedos, roer as unhas já escassas quando surge aquele Pênalti para ser cobrado e você inevitavelmente lembra daquela libertadores, porém, não se deixa abalar.
É sentir na alma aquela vibração inexplicável e aquele arrepio e emoção quando a torcida linda canta e grita " Vamos pra cima Fluzão, quero gritar campeão" ," Guerreiros, Guerreiros, time de guerreiros". E  que torcida linda, que prestigia seu clube com o mosaico mais deslumbrante do mundo e que impulsiona e não abandona o time em suas missões impossíveis.
Ser Fluminense, é mais que vestir " A paz, a esperança e o vigor " do verde,   branco e o grená de tradição, é mais que carregar no peito o escudo de campeão.
É poder sentir uma imensa paixão quando o time entra em campo, quando a bola balança a rede, quando o jogador beija a camisa e manda a torcida levantar e cantar mais uma vez.
Ser fluminense é acreditar no improvável e realizar o impossível.
Ser fluminense é se orgulhar do show de bola dentro do campo e fora dele.
Ser fluminense é ser tricolor de coração e vibrar com a emoção do tricampeão!





“Grandes são os outros, o Fluminense é enorme”.    Nelson Rodrigues



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PROCURA-SE

Por: Marina G. de Andrade

Ela andou milhares de quilômetros, circulou por todas as cidades, vilas,  países, estados, revirou cadernos, livros, morou nos poemas, vasculhou todos os arquivos, virou mito, fez história, causou guerras, consolidou a paz, mergulhou pelos mais profundos enigmas, salvou vidas, ajudou pessoas, curou, reuniu forças e vagou tanto pela terra que um dia se perdeu.
Disseram que ela se escondeu, se disfarçou de ser humano, que era só magia, que existia através dos pensamentos... Mas aí surgiram outros boatos de que ela nunca existiu. Por muito tempo, alguns buscaram em todas as partes algum sinal de que ela havia passado por alí.
Se estava perdida ou escondida, não sabiam e então começaram realmente a duvidar de sua existência.
E quando duvidavam, mais fraca e ausente ela ficava.
Em uma época onde a fome assolou inúmeras regiões, onde a miséria, a violência e as tragédias começaram a se manifestar assiduamente, gritaram pelo seu nome, pediram sua ajuda, clamaram por forças, buscaram nas orações, nos céus e inclusive nas pessoas, qualquer vestígio dela.
Os que acreditavam, encontraram-na nos lugares mais inóspitos e cuidaram para que ela jamais fosse embora, que fugisse, sumisse ou se perdesse.
E cada um guardou-na em um lugar, divulgou onde ela possivelmente estaria e até hoje inúmeras pessoas estão a sua procura.
Dizem que ela se disfarça de esperança, alguns a chamam de fé, mas só os que cruzaram seu caminho ou que preservaram sua essência, sabem dizer realmente quem ela é.